terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
cãimbras - saiba como cuidar!!!
Teve cãibras? Saiba o que fazer
por Simone SartiAs cãibras são contrações musculares súbitas, involuntárias e dolorosas. A dor será maior, quanto maior for a massa muscular envolvida.
Podem aparecer em um músculo, ou grupo muscular e saram espontaneamente. São mais frequentes em pernas e pés, principalmente na panturrilha (batata da perna) e parte posterior da coxa.
O que pode provocá-las?
O esforço muscular e a fadiga, devido ao exercício muito intenso e consequente aumento do ácido lático, que é produzido quando os músculos queimam o *glicogênio para obter energia e permanece no tecido muscular até que o sangue circulante o retire.
A desidratação
A falta de líquidos é outro fator que predispõe os esportistas às cãibras, pois se o individuo não estiver bem hidratado, os rins retêm muito sódio, provocando retenção de líquidos também nos tecidos, assim a circulação fica prejudicada e então o mecanismo de contração do músculo não funciona corretamente.
A sudorese
A transpiração excessiva provoca perda de água e sódio, que é um mineral importante na iniciação dos sinais nervosos. Se não houver reposição adequada desses dois componentes, pode ocorrer irritabilidade em algumas terminações nervosas, resultando na contração espontânea do músculo.
Também pode estar relacionada com a diminuição de alguns minerais como cálcio, potássio e magnésio. Porém, pesquisas mais recentes estão mostrando que a perda desses minerais no suor são baixas e bem menores que a perda de sódio e que uma dieta balanceada fornece quantidade suficiente para que não haja déficit desses minerais.
A mudança de temperatura
Tanto o frio como o calor excessivo podem favorecer o aparecimento da cãibra. O exercício em altas temperaturas pode provocar contrações intensas e, nas muito frias, ocorre uma vasoconstrição, diminuindo assim o fluxo de sangue para os músculos.
Muitas vezes a cãibra não vem ligada à exercícios ou à falta de nutrientes. Se elas se tornarem frequentes e em períodos fora da atividade física, é importante consultar um especialista para verificar possíveis causas por problemas circulatórios, vasculares, endócrinos ou neurológicos.
Como se prevenir
- A prevenção pode ser feita mantendo uma alimentação balanceada em sais minerais; acrescentando diariamente bananas ou suco de laranja nas principais refeições;
- Hidrate-se adequadamente, por exemplo: para uma hora de exercício intenso, beba 250 a 300 ml de água ou isotônicos a cada 20 minutos;
- Faça um bom aquecimento antes de iniciar seus exercícios;
- Alongue-se antes e depois do treino
- Faça ingestão adequada de carboidratos para evitar a utilização da massa muscular (proteína) como forma de energia
- Descansar a musculatura o suficiente, conforme o volume de treino.
Mas se por acaso a cãibra aparecer, tome algumas medidas rápidas
- Respire profundamente
- Beba água
- Se a dor e a contração estiverem muito fortes, não force o alongamento, faça-o com cuidado, pois nessa situação podem ocorrer lesões nas fibras musculares por estarem muito contraídas
- Massageie bastante, esfregando a região afetada para estimular o fluxo sanguíneo e aliviar a dor
- Após passar os sintomas mais fortes, aí sim, alongue a musculatura por mais tempo.
* Gglicogênio é a forma como a glicose é armazenada no fígado e nos músculos
CONHECE A LENDA DO MINOTAURO?
Na mitologia grega, o terrível monstro com corpo de homem e cabeça de bicho vivia preso num labirinto gigante, construído por Dédalo a mando de Minos, rei da ilha de Creta. O que mais você sabe sobre a história? Teste-se (Foto: AFP)
Dentro do labirinto, qual era a dieta do Minotauro? Ele não saía de lá para comer.
- Pássaros
- Frutos e brotos retirados das árvores do entorno (o Minotauro era vegetariano)
- Insetos e pequenos mamíferos
- Egeu, rei de Atenas, e Afrodite
- Pasífae, mulher de Minos, e um touro branco
- Helena de Tróia e Enéias
- O deus Posêidon e uma vaca indiana sagrada
Qual o nome do herói de Atenas que consegue matar o Minotauro no labirinto de Creta?
- Cérbero
- Teseu
- Ariadne
- Héracles (Hércules, para os romanos)
- Significa uma solução: um fio que, desenovelado, mostraria como sair do labirinto
- O mesmo que 'por um fio': Ariadne foi salva das garras do Minotauro por pouco
- Significa 'fio da espada', afiado, para decepar a cabeça de touro do monstro
- O mesmo que 'fúria de Ariadne'
- Eram veterinárias
- Eram mães
- Eram virgens
NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA
Parece bobagem, mas, na hora de escrever, pequenas dúvidas se tornam grandes. Na escrita, as expressões com o mesmo som têm grafias diferentes, e esse é um dos motivos pelos quais temos tantas dúvidas.
Há quatro formas de se escrever estas expressões: “por que”, “por quê”, “porque” e “porquê”... Não se trata apenas de um capricho da Língua Portuguesa -são palavras diferentes, com usos diferentes, mas que se assemelham muito na forma e no som.
Porquê
Essa forma funciona como um substantivo.
“Não sei o porquê de você ter brigado comigo.”
“Não sei o porquê deste zero na prova, já que eu estudei horrores!”
“O porquê de sua questão não ficou muito claro.”
“Seus porquês não são relevantes.”
Dica: uma das formas de perceber quando o porquê é ou não é um substantivo é verificar se ele está acompanhado de um artigo ou de um pronome.
Porque
Essa forma é usada como sinônimo de “pois”.
“Eu não saí ontem porque choveu.”
“Ele não quis ir ao cinema porque estava muito cansado.”
“Não viaje à noite porque é muito perigoso.”
Trata-se de uma forma geralmente usada como resposta a perguntas e funciona como uma conjunção subordinativa causal ou coordenativa explicativa. Trocando em miúdos, essa forma sempre introduz a causa de algo ou uma explicação.
Por que
Quando trata-se da preposição por + que, é usado nas frases interrogativas:
“Por que você chorou?”
“Por que você não saiu ontem?”
“Por que você foi mal na prova?”
Quando o “que” for um pronome relativo, temos as seguintes expressões:
“O lugar por que passamos é lindo!”
“Os motivos por que eu vim são muitos.”
Nesses casos, por que poderá ser trocado por um outro pronome, como “por onde”, no primeiro exemplo, e “pelos quais”, no segundo exemplo.
Quando o “que” é uma conjunção subordinativa integrante, ou seja, quando ele inicia uma oração subordinada substantiva, temos:
“Eu sei por que ele veio.”
Por quê
Usa-se esta forma em finais de perguntas ou de frases:
“Ele não quis sair de casa por quê?”
“A reunião foi cancelada e ninguém sabe ainda por quê."
Nesses casos, a palavra motivo ou razão fica subentendida, ou seja, poderíamos dizer “Ele não quis sair de casa por qual motivo/razão?” ou “A reunião foi cancelada e ninguém sabe por qual motivo/razão.”
Vocabulário brasileiro
Culturas africanas influenciaram nosso idioma
Especial para Página 3 Pedagogia & Comunicação
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Os africanos trouxeram consigo sua religião - o candomblé - e sua cultura, que inclui as comidas, a música, o modo de ver a vida e muitos dos seus mitos e lendas. Trouxeram ainda - é claro - as línguas e dialetos que falavam.
Os povos bantos, que habitavam o litoral da África, falavam diversas línguas (como o quicongo, o quimbundo e o umbundo). Muitos vocábulos que nós usamos freqüentemente vieram desses idiomas. Quer exemplos? "Bagunça", "curinga", "moleque", "dengo", "gangorra", "cachimbo", "fubá", "macaco", "quitanda"...
Outras palavras do português falado no Brasil também têm raízes africanas. Muitas delas vêm de diferentes povos do continente, como os jejes e os nagôs (que falavam línguas como o fon e o ioruba). Palavras como "acarajé", "gogó", "jabá" e muitas outras passaram a fazer parte do nosso vocabulário, foram incorporados à nossa cultura. Em geral, trata-se de nomes ligados à religião, à família, a brincadeiras, à música e à vida cotidiana.
Quer um exemplo bem trivial? "Bunda". Essa palavra também é africana, pode ter certeza. Se não fosse por ela, teríamos que dizer "nádegas", que é efetivamente o termo português para essa parte do corpo humano. Da mesma maneira, em vez de "cochilar", teríamos que dizer "dormitar". Em vez de "caçula", usaríamos uma palavra bem mais complicada: "benjamim". Empolado, não é?
Dizem que a língua banta tem uma estrutura parecida com o português, devido ao uso de muitas vogais e sílabas nasais ou abertas. Deve ser verdade, observe os sons da palavra "moleque" e de "gangorra". Parece também que o jeito malemolente (isto é, devagar e cheio de ginga) de falar facilitou a integração entre o banto e o português.
A verdade é que hoje a gente usa tantas palavras africanas que nem repara em sua origem. Quer ver? O que seria do Brasil sem o "samba"? E tem mais: "cachaça", "dendê", "fuxico", "berimbau", "quitute", cuíca", "cangaço", "quiabo", "senzala", "corcunda", "batucada", "zabumba", "bafafá" e "axé". Para quem não sabe, "bafafá" significa confusão. E "axé" é uma saudação com votos de paz e felicidade.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
por Cléo Fante
| Cléo Fante é pesquisadora pioneira do bullying escolar no país e consultora da ONG Plan Brasil |
Todos nós já fomos crianças um dia. Quem não se recorda das brincadeiras que nos faziam rir e às vezes chorar de raiva ou de vergonha? Sem graça, inconvenientes, inconsequentes, maldosas. Mas tudo não passava de brincadeira.
As brincadeiras fazem parte das relações; aproximam, integram, incluem. Entre os estudantes, são essas brincadeiras que tornam o ambiente escolar divertido e descontraído, que estimulam a frequência, a permanência, o desempenho, a aprendizagem, o gostar da escola.
No entanto, quando as brincadeiras perdem a essência da espontaneidade, da diversão e do prazer podem se converter em violência. Nesse ponto é que está o sinal de alerta. Existe uma linha muito tênue entre brincadeira e violência. Na brincadeira deve existir um equilíbrio entre as partes e todos se divertem, se descontraem, participam. Quando há desequilíbrio, onde uma parte se diverte e a outra é constrangida, humilhada, intimidada, a brincadeira acabou e aí começa a violência.
Assim como as brincadeiras são parte das relações, pode-se dizer que a violência de igual modo. Quem não se recorda de cenas de violência envolvendo familiares, vizinhos, amigos ou a si mesmo.
A violência é cruel, machuca, faz sofrer. Ao longo dos tempos foi se instalando sorrateiramente em nosso cotidiano. Faz parte de nossas vidas, de nossas histórias. Está presente em todos os contextos sociais, nas relações entre adultos, destes com as crianças e vice-versa.
Infelizmente, entre as crianças se torna cada vez mais visível, em especial no contexto escolar. Dentre as formas de violências que ocorrem entre os estudantes, há uma que desperta a atenção e o interesse de estudiosos de todo o mundo, o bullying.
É um fenômeno antigo, tanto quanto a própria instituição escola. No entanto, seus efeitos ao longo do tempo foram ignorados, por ser interpretado como brincadeiras da idade.
O bullying não pode ser confundido com brincadeira. É violência gratuita e intencional. É marcado por um jogo de poder, onde os mais fortes – do ponto de vista físico, emocional, econômico, social – convertem os mais fracos – sob os mesmos pontos de vista - em objetos de diversão e prazer.
O autor de bullying é movido pelo desejo de popularidade, aceitação, status de poder no grupo social. Para isso, submete aquele que elegeu como “bode expiatório” à situação de inferioridade, ao escárnio público na escola ou na internet, ao psicoterrorismo. Humilha, constrange, difama, intimida, persegue, amedronta. Quanto mais atormenta a vida do outro, mais cresce a sua popularidade. Torna-se temido e muitas vezes respeitado entre os colegas de escola e/ou fora dela.
Geralmente, escolhe aquele que não oferece resistência, o vulnerável, o mais fraco, o menor, o que tem poucos ou nenhum amigo. As vítimas potenciais são os que apresentam exacerbada timidez, introspecção, dificuldade relacional, diferenças individuais positivas ou negativas, dificuldade de se impor e de se defender.
Suas ações são validadas por muitos que assistem e acabam por participar - direta ou indiretamente -, como espectadores ativos, passivos ou omissos.
É claro que há os que não concordam com o comportamento negativo dos colegas, tentam defender as vítimas, mas nem sempre conseguem. Outros se divertem com a intimidação e o sofrimento alheio. Há, ainda, os que se omitem temendo ser eleitos como próximos alvos dos maus tratos.
A vítima acuada, na maioria dos casos, sofre em silêncio. Por medo de represálias ou da incompreensão dos adultos ou dos colegas, da vergonha de se expor ainda mais ou de não sobrecarregar os familiares com mais problemas. Carrega consigo a dor, a vergonha, a raiva, tanto daqueles que a fazem sofrer como de si mesma, por não saber o que fazer.
Os efeitos do bullying afetam a todos, em especial às vítimas, que poderão ter seu processo de desenvolvimento comprometido. Dependendo da gravidade da exposição e temporalidade, as sequelas podem acompanhá-las além do período acadêmico. Poderão se tornar adultos inseguros, tensos, agressivos, deprimidos, com dificuldades relacionais e afetivas. Poderão desenvolver transtornos e doenças de fundo emocional, adotar condutas ofensivas, reproduzir o sofrido em outros contextos, como o laboral e familiar.
Em alguns casos, o bullying está associado aos massacres que ocorreram em escolas, com maior incidência nos Estados Unidos. No Brasil, as tragédias em Taiuva (SP, 2003), Remanso (BA, 2004) e Realengo (RJ, 2010) retratam as sequelas do bullying.
Durante anos os protagonistas de tais tragédias foram alvos de deboches, humilhações e perseguições gratuitas por serem diferentes dos demais. Ressentimentos foram ao longo do tempo represados, pensamentos de vingança foram se cristalizando, problemas foram se acumulando. Um componente sozinho não é capaz de produzir tanto efeito, mas a junção de fatores, emocionais, familiares, econômicos, sociais, laborais, associada ao bullying é.
Obviamente nem todas as vítimas de bullying chegarão ao trágico desfecho de matar e matar-se. Há os que sofrem, os que enfrentam, os que superam. Há os adultos que, quando instrumentalizados, oferecem apoio, segurança e auxílio às vítimas e autores. Isso é imprescindível.
Por outro lado, obviamente, que nem tudo o que acontece na escola é bullying. Há provocação, desavença, briga, conflito, indisciplina, desrespeito, incivilidade. Existe uma gama de situações que ocorrem entre os estudantes. O que vejo é certo exagero por parte de muitos adultos, que tentam explicar o bullying de forma precipitada e equivocada, o que tende a banalizar e alarmar a sociedade.
Muitas escolas, equivocadamente, estão querendo acabar com as brincadeiras. As crianças estão sendo constantemente observadas, advertidas, engessadas. As brincadeiras, mesmo as agressivas, inconvenientes ou inconsequentes, fazem parte das relações. Deixem as crianças brincarem. Os adultos devem observar à distância e quando as brincadeiras perderem sua essência é que devem intervir.
Afinal, brincar é direito de crianças e adolescentes que deve ser preservado. O que não se pode permitir é a ocorrência de bullying. Todos devemos velar pelos direitos de crianças e adolescentes. Punir ou criminalizar não é a solução. Prevenir é melhor do que remediar, diz o velho ditado.
Por Marcos Meier*
Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito
interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade,
mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas
conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram
divididas em dois grupos.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é
inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver
o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada
criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o
quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu
esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até
conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho
realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à
primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram
obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem
qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças
do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não
queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B
aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.
A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos
filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam
ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento
de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode
modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir,
eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não
ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que
será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados
inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens
“médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua
capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam
que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e,
justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram
e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos
filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam
respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos
saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por
meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que
sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com
elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou,
você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade
apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de
você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído
como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho,
deixar seu primo brincar com seu video game foi muito legal, você é um
bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e
reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não
é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que
linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é
charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios
como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em
atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em
breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais,
birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido
resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.
* Marcos Meier é psicólogo, professor de Matemática e mestre em
Educação. Especialista na teoria da Modificabilidade Estrutural
Cognitiva de Reuven Feuerstein, em Israel. Também conhecida como
teoria da Mediação da Aprendizagem.
Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE:
Pra lembrar, e rir.
Coisas que nossas mães diziam e faziam... Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente e por isso não saímos seqüestrando a namorada, nem matando os outros por ai.
Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO...
"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"
Minha mãe me ensinou a RETIDÃO.
"EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PORRADA!!!"
Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS..
"SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!"
Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA..-.
"PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?"
Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...
"CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"
Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...
" FECHA A BOCA E COME!"
Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO...
"ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!"
Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
"CALMA!... NÃO SE PREOCUPE... QUANDO CHEGARMOS EM CASA, AÍ SIM, VOCÊ VAI VER SÓ..."
Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
"OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"
Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E AÍ EU VOU TE DAR UMA SURRA!"
Minha Mãe me ensinou MEDICINA...
"PÁRA DE FICAR VESGO MENINO! PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE."
Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...
"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"
Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA...
"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!!! Muda isso!!
Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES...
"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"
Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE...
"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."
Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA...
"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"
Minha mãe me ensinou RELIGIÃO...
"É MELHOR VOCÊ REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"
Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"
Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO.-..
"OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"
Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO..-.
"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"
Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOQUO...
"NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"
Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO...
"EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"
Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...
"SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"
Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS..
"SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."
Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...
"JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!"
Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...
"VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"
Brigadão Mãe !!!
domingo, 15 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
SITES MATEMÁTICOS PARA PESQUISA
http://www.exatas.mat.br/
http://www.matematicadidatica.com.br/
http://www.somatematica.com.br/
http://www.brasilescola.com/matematica/
http://www.matematica.com.br
http://educacao.uol.com.br/matematica/
http://www.escolakids.com/matematica/
http://www.escolakids.com/a-historia-dos-algarismos.htm
http://www.mascenacordeiro.com.br/?p=749
terça-feira, 3 de maio de 2011
Poema do noivo para a noiva e vice-versa
| O noivo escreveu um poema pra noiva um pouco antes do casamento: Que feliz sou eu, meu amor!.* Com ovos bem mexidinhos.* Daí você corre pra casa.* Pela noite minisséries.* Você vai cozinhar pra mim.* Você não acha, querida.* Como resposta, a noiva escreveu um poema resposta para o noivo: Não sei fazer ovo mexido.* Gosto muito de dormir.* Sair com minhas amigas.* Pense bem, que ainda há tempo.* E domingo bem cedinho.* HOMEM JOVEM E BONITO.* |
A LETRA '' P ''
|
domingo, 1 de maio de 2011
DNA DO CRIADOR - CANTINHO DA AMIZADE
DNA do Criador
De todas as opções que
a vida oferece a cada
passagem de tempo,
aquela que nos obriga a parar
e pensar naquilo que estamos fazendo,
é a mais sábia ferramenta
de mudança que possuímos.
Ora, enquanto é dia,
caminhamos sem dificuldades,
enquanto somos jovens,
comemos de tudo,
bebemos até ultrapassarmos
os limites que não temos,
as drogas são experimentadas
como se fossem balas de açúcar,
os desatinos se seguem,
as paixões se sucedem,
quebramos a cara,
sofremos, choramos.
Chega então aquela hora,
em que acreditamos ter
chegado ao fundo do poço,
onde deixamos de reclamar dos outros,
de delegar problemas,
e reconhecemos as nossas dificuldades,
nossos erros.
Momento de reflexão...
Em qualquer momento onde
a dor nos faça companhia,
não é sábio se fazer de vítima,
nem tampouco,
se apresentar como sofredor
martirizado,
como aquele que cansado,
deixa de lutar.
Pelo contrário,
é tempo de encarar nossas falhas,
sem as lentes coloridas dos
"amigos" que sumiram,
do mundo que é cheio de
"pseudo-caminhos fáceis",
onde a entrada é sempre florida,
e a saída,
quando aparece,
é cercada de espinhos.
Faça-se forte!
Reconheça-se capaz
de vencer qualquer obstáculo,
e se não der para ir por esta rua,
vá por aquela.
Se não pode ser pelo morro,
vá pelo mato,
ande na areia, na grama,
no barro, mas,
não pare,
não desista de você.
A vida é benção sem medidas,
presente que não se compara,
e você, alma querida,
é semente cheia de frutos,
armazenados em seu íntimo
com muito amor.
Não se esqueça nunca:
você tem o DNA do seu Criador.
E Deus,
Deus é amor.
TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
ARTE NA FIGURA: Nena
CANTINHO DA AMIZADE

