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domingo, 11 de setembro de 2011

CASA ARRUMADA - TUDO ISSO NÃO TEM PREÇO!

CASA ARRUMADA

Carlos Drummond de Andrade

A vida é muito mais do que isso...
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."

Casa arrumada é assim:

Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.

Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.

Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...

Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:

Aqui tem vida...

Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.

Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.

Sofá sem mancha?

Tapete sem fio puxado?

Mesa sem marca de copo?

Tá na cara que é casa sem festa.

E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.

Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.

Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...

Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.

A que está sempre pronta pros amigos, filhos...

Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.

Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.

Arrume a sua casa todos os dias...

Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...

E reconhecer nela o seu lugar.

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 10 de setembro de 2011

“Vamos colocar os IDOSOS nas CADEIAS e os DELINQUENTES nos ASILOS”

Por que os IDOSOS nas CADEIAS?

-Desta maneira, os idosos teriam todos os dias acesso a um ducha, lazer, passeios.
-Não teriam necessidade de fazer comida, fazer compras, lavar a louça, arrumar a casa, lavar roupa etc.
-Teriam medicamentos e assistência médica regular e gratuita.
-Estariam permanentemente acompanhados. -Teriam refeições quentes e a toda hora.
-Não teriam que pagar pelo seu alojamento.
- Teriam direito a vigilância permanente por vídeo e receberiam assistência imediata em caso de acidente ou emergência sem qualquer pagamento.
- Suas camas seriam mudadas duas vezes por semana e a roupa lavada e passada com regularidade.
- Um guarda visitá-los-ia a cada 20 minutos e levar-lhes-ia a correspondência diretamente em mão.
- Teriam um local pra receberem a família ou outras visitas.
- Teriam acesso a uma biblioteca, sala de exercícios e terapia física / espiritual.
- Seriam encorajados a arranjar terapias ocupacionais adequadas, com instalações e equipamento gratuitos.
- Ser-lhes-ia fornecido gratuitamente roupas e produtos de higiene pessoal. - Teriam assistência jurídica gratuita.
- Viveriam numa habitação privada e segura, com um pátio para convívio banhos de sol e exercícios.
- Acesso a leitura, computador, televisão, rádio, celulares e chamadas telefônicas na rede fixa.
- Teriam um secretariado de apoio, e ainda psicólogos, assistentes sociais, políticos, televisões, Anistia Internacional, etc., disponíveis para escutarem as suas queixas.
- O secretariado e os guardas seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados.
-Ser-lhes-iam reconhecidos todos os direitos humanos internacionalmente convencionados e subscritos.

Por que os DELINQUENTES nos ASILOS?
- Os delinqüentes viveriam numa pequena habitação com obras feitas há mais de 50 anos.
- Teriam que confeccionar a sua comida e comê-la muitas vezes fria e fora de horas.
- Teriam que cuidar da sua roupa.
- Viveriam sós e sem vigilância.
- Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.
- De vez em quando seriam roubados, assaltados ou até violados.
- Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.
- As instituições e os políticos não lhes dariam qualquer importância ou assistência.
- Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.
- Não teriam a quem se queixar e também não receberiam visita de ninguém.

- Não teriam banho de sol, uma vez que não haveria enfermeiros disponíveis para acompanhá-los.
- Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha.
- Passariam frio no Inverno porque não teriam aquecimento e nem cobertores disponíveis.
- O entretenimento diário consistiria em apenas ver telenovelas de 20:00 até as 22:00 horas.



PENSE BEM e diga se desta forma não haveria mais justiça e respeito com os idosos e punições mais adequadas para os bandidos.

Certamente que os contribuintes também agradeceriam muito..!!!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

INDISCIPLINA NA SALA DE AULA

Indisciplina na Sala de Aula: Os 5 Erros que os Professores Cometem e como Evitá-los

By Roseli Brito

É muito estressante e até emocionalmente doloroso lidar com a ansiedade de ter de enfrentar, todos os dias, uma turma que você não está certa de poder controlar. O que , de fato, é realmente frustrante nesta situação é: ter responsabilidades a cumprir e não ter as devidas ferramentas para fazer isso.

Lembro bem no início da minha carreira, o sentimento de incapacidade que eu sentia, antes de descobrir as ferramentas certas para combater a indisciplina na sala de aula. Você se sente insegura, chegando a duvidar da sua competência enquanto Professor. É frustração, misturado com raiva e impotência. É inclusive esse conjunto de sentimentos negativos que levam muitos Professores a desistirem da profissão.

O triste de tudo isso é que, muitos que desistem prosseguem acreditando que falharam na profissão, enquanto que a verdade é que não tinham ferramentas apropriadas para lidar com a questão.

Nos bancos das Universidades ninguém toca nesta questão parece que a única coisa que o Professor tem de fazer é entrar na sala e “dar” aula. Ninguém fala da falta de educação e desrespeito, ninguém comenta sobre a indisciplina ou violência, ninguém aborda a falta de limites e muito menos, sequer sugere o que fazer quando a situação não está no nosso “script”, chamado Plano de Aula.

Em um roteiro quando é produzido um filme ou peça de teatro, há um “script”, e tudo deve ser feito conforme está escrito e determinado lá. Mas, e na sala de aula, quando nosso “script” não dá conta do nosso dia a dia? O que fazer então ?

Para ser honesta, sempre parecia que todos a minha volta queriam mais era que eu perdesse essa batalha, pois viviam alertando-me acerca do que os pais iriam dizer ou fazer. Na verdade todos estavam mais preocupados em não perder os alunos ou ainda não provocarem a ira dos pais, do que oferecer o apoio que eu precisava.

Aprendi às duras penas, que tudo o que haviam dito a respeito de como disciplinar os alunos estava errado pois não funcionava. Na verdade, a única coisa que eu precisava era que os alunos fossem 100% respeitosos, fizessem as tarefas, e prestassem atenção todas as vezes.

Assim, não importasse a classe social do aluno, seu histórico de comportamento, seu nível de socialização. Uma vez que esse aluno entrasse na minha sala de aula, ele deveria dar conta de suas responsabilidades e cumprir suas tarefas. Há muitos anos atrás esta afirmação já era utópica, no entanto ainda hoje, para muitos ela ainda é um “delírio” impossível de alcançar.

Hoje é sabido, que mesmo a pior turma, e ainda que a escola esteja localizada em um meio hostil, este objetivo pode ser alcançado. Não ocorrerá do dia para a noite, será preciso esforço, paciência e principalmente persistência.

A “mágica” ocorre quando você descobre e utiliza as ferramentas e estratégias apropriadas que tornam todos os alunos mais responsáveis e aplicados. Ao ter em mãos essas novas ferramentas a sua sala de aula sofre uma transformação porque o seu jeito de dar aula também muda.

Constatei ao longo da minha carreira que a indisciplina ocorre por uma série de fatores, porém alguns desses fatores era eu mesma que provocava. Isso mesmo ! Não estou aqui eximindo a parte que cabe a família, ao gestor, ao governo, aos astros, seja lá quem for que você queira transferir a culpa, o fato é que tive de dar a mão a palmatória, descer do salto, humildemente reconhecer esse fato e procurar consertar o que era a minha responsabilidade fazer.

Veja abaixo os 5 grandes erros que eu cometia e, infelizmente, muitos Professores estão cometendo, talvez até você, inconscientemente, também esteja. Por isso é hora de rever sua prática em cada um dos itens abaixo:

- Erro no. 1: Disciplinar toda a sala de uma só vez

- Erro no. 2: Bater boca com o aluno, ao invés de dar a direção do que fazer

- Erro no. 3: Ameaçar, ameaçar, ameaçar e …….não cumprir

- Erro no. 4: Uso de linguagem não verbal de forma inadequada

- Erro no. 5: Aula chata do começo ao fim

Por ora vá refletindoo nesses erros, pois no próximo artigo abordaremos o Erro no. 1: Disciplinar toda a sala de uma só vez, e debateremos como consertar isso.

Quero saber: E você já passou ou está passando por estas frustrações ? Há algum desses erros que você está cometendo ? Comente no blog.

Obs: Segue link para outros texto e reflexões: http://www.sosprofessor.com.br/blog/?p=430

BRASIL ! ETA PAÍS BÃO PRA CHUCHU!

Poema à nossa pátria

Eu vou falar agora

o que todo o povo diz,

que não existe nação no mundo

mais linda que o nosso país.

Eu admiro todo o trabalhador,

admiro também o roceiro, admiro o mecânico, o vendedor,

admiro o carpinteiro, admiro mais ainda

o funcionário brasileiro.

Falo com carinho, falo com compaixão

eu falo a verdade porque falo de coração

não tem como negar

que é bela a nossa nação!

Eu amo o meu Brasil

e falo por preferência,

eu falo tudo o que sei

e falo por experiência,

em sete de setembro

comemorou-se a nossa independência.

Dom Pedro I

foi um herói de sorte

libertou nosso país

engrandecendo-o de sul a norte,

dando o grito mais bonito:

Independência ou morte!

William – 6ªF

EMEF ALBERTO FERNANDES DE ARAÚJO/ 07 DE SETEMBRO DE 2011
UMA SINGELA HOMENAGEM

EX-VENDEDOR DE PICOLÉ EM REPRESA TEM HOJE 4000 FUNCIONÁRIOS

Ex-vendedor de picolé em represa tem hoje 4.000 funcionários

Aderbal Nogueira entrou na Nutrin há 18 anos como auxiliar de almoxarifado. Há três anos, assumiu a presidência da companhia.

Sob seu comando, a empresa mais que dobrou de tamanho. Passou do faturamento de R$ 110 milhões, com a gestão de 150 restaurantes empresariais, para R$ 250 milhões e 410 restaurantes. O número de funcionários aumentou de 1.500 para quase 4.000.

Neste depoimento, Nogueira, filho de doméstica e vendedor de picolé na infância, conta como hoje chegou à liderança da empresa de restaurantes corporativos.





Sou baiano de Xique Xique, oeste da Bahia. Filho de mãe baiana e pai pernambucano. Quando tinha três anos, meu pai se separou da minha mãe e ela foi para São Paulo trabalhar de doméstica.

Eu fiquei com meus avós. Um ano e meio depois, minha mãe já estava com a vida ajeitada e foi me buscar. Fomos morar no Cambuci (centro).

Minha mãe casou de novo, com um metalúrgico. Desses que são fãs do Lula para ele, é Deus no céu e Lula na Terra. Tiveram dois filhos.

A vida sempre foi muito dura, minha mãe ganhava muito pouco. O dinheiro do padrasto, que considero o meu pai, pagava o aluguel. O salário da mãe ia pra comida. Eles colocaram nós três na escola e diziam que a gente tinha de estudar.

Aos dez, vendo a dificuldade da família, fui vender picolé na represa de Guarapiranga. A gente morava em Interlagos. Eu estudava de manhã; à tarde, vendia picolé.

O bairro era muito pobre. Mas a gente conseguia ser feliz. Meus avós vinham sempre da Bahia nos visitar.

Em 1982, meu pai ficou desempregado. Foi um tempo difícil. Minha mãe resolveu que queria voltar pra Bahia. A família toda foi junto.

Montamos um açougue, trabalhei carregando carne. Mas não deu muito certo e voltamos de novo para São Paulo. O pai sempre dizia que, para onde quer que fosse, carregaria a família toda.

Quando voltamos, eu queria fazer faculdade, mas não tinha dinheiro. Arrumei emprego de office-boy na empresa Stanley-Home. Mas o dinheiro era pouco.

Um amigo me deu um toque sobre um trabalho de figurinista de circo. Nos dias em que não precisavam de figurinista, eu vendia pipoca e chupe-chupe na porta do circo. Cheguei a ganhar muito dinheiro no circo.

Com quatro ou cinco apresentações, tirava mais que o salário de office-boy. Assim, consegui fazer faculdade. Me formei em contabilidade na Unip (Universidade Paulista).

Há 18 anos, meu antigo chefe foi para a Nutrin, em Americana (SP), e me levou. Entrei como auxiliar de almoxarifado e passei por todas as áreas: financeira, compras, contas a pagar e até pelo restaurante.

Há três anos, a empresa passou por processo de profissionalização e fui convidado a assumir a presidência.

Depois de 20 anos pagando aluguel, hoje tenho uma casa confortável, digna de presidente de empresa, com piscina e churrasqueira.

Também comprei uma moto grande, uma BMW K1300, que era um sonho que eu tinha. Antes, tinha uma Honda CG 125.

Estou onde estou hoje pois nunca parei de estudar. Meus filhos, uma menina de 17 e um menino de 15, querem estudar medicina e direito.

Procuro mostrar-lhes o valor das coisas. A gente viaja para fora do país todo ano, vai a bons restaurantes. Mas dentro de limites, não sou de esbanjar, de tomar uísque caro.

Desde que assumi a Nutrin, a empresa mais que dobrou de tamanho.

Passou do faturamento de R$ 110 milhões, com 150 restaurantes e 1.500 funcionários, para R$ 250 milhões, 410 restaurantes e quase 4.000 funcionários.

O baiano aqui trabalha, você pensa o quê?

Pontos que considero importantes no relato:

"..., minha mãe já estava com a vida ajeitada e foi me buscar...", não o abandonou!!

"...colocaram nós três na escola e diziam que a gente tinha de estudar..." Orientação !!

"...estudava de manhã; à tarde, vendia picolé...", Redução do tempo ocioso !!

"...Meus avós vinham sempre da Bahia nos visitar..." Laços familiares ! ! !

"...A família toda foi junto..." União

e, acreditou em seus PONTOS FORTES, investindo naquilo que melhor sabia fazer.

PARABÉNS

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Parabéns, sucesso sempre.

FOLHA.COM - MERCADO

MARIANA BARBOSA-SP/08.09.2011

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